PRODUTOS / TECNOLOGIAS
+ Biometria
Princípio de funcionamento
A imagem da impressão digital é capturada pelo sensor e, através de um algoritmo específico, tem suas minúcias extraídas e, posteriormente, convertidas em um template, que é uma string codificada, com tamanho bem menor do que a imagem original.
Não é possível, a partir de um template, obter novamente a imagem da impressão digital.
Os templates capturados, em um procedimento de cadastro, são armazenados em uma memória permanente. Posteriormente, em um procedimento de autenticação, que pode ser uma identificação biométrica ou uma verificação biométrica, o processo de geração de template é repetido e o novo template gerado é comparado com os templates armazenados na memória, para a identificação final. Cada procedimento de captura de impressão digital, para o mesmo dedo, devido ao posicionamento do dedo sobre o sensor e às próprias condições do dedo, o template gerado nunca é igual ao anterior. O algoritmo é responsável pela definição do aceite ou do rejeite, na comparação dos templates.
Falso aceite: quando o sistema identifica um template capturado de um usuário com um template de outro usuário, presente na base de dados. Ocorre por dois possíveis motivos: um cadastro mal executado ou sistema com nível de segurança inadequado (muito baixo). O uso da verificação biométrica possibilita reduzir as chances de um falso aceite a praticamente nulas.
Falso rejeite: quando o sistema não identifica um template de um usuário cadastrado na base de dados. Isso pode ocorrer por três possíveis motivos: um cadastro mal executado (poucas minúcias capturadas), o sistema com nível de segurança inadequado (muito alto) ou pelas condições do dedo do usuário (desgaste da pele por atividade de trabalho, ressecamento pelo clima frio ou por efeito do ar condicionado, problemas clínicos de pele, como alergia e dermatite). Outro fator pode ser a falta de limpeza do sensor biométrico.
+ Leitor de Proximidade
Os leitores de proximidade usam a tecnologia RFID (identificação por rádio-frequência), na freqüência de 125kHz, onde um código pré-gravado em um chip de memória, interno a um cartão, é enviado ao leitor, quando esse cartão fica próximo ao leitor, que está, constantemente, emitindo um sinal de RF. O alcance desse sinal depende das dimensões físicas da antena interna do leitor de proximidade. Quando o cartão entra no raio de ação do sinal do leitor, este sinal é amplificado, permitindo alimentar, por indução magnética, a memória do cartão e, conseqüentemente, fazer a leitura do código gravado.
O código lido pelo leitor de proximidade pode ser transferido para um placa controladora de diversas formas, sempre serialmente, sendo a mais comum a transferência através do Protocolo Wiegand, com tamanho da informação variando de 26 bits (código padrão, mais comum) a 80 bits (código proprietário).
O sistema de controle de acesso pode usar o código lido como chave para localização do usuário e conseqüente liberação ou, em um sistema híbrido, como indexador para uma verificação por senha (teclado) ou verificação biométrica (sensor de biometria).
+ Leitor de SmartCard contactless (Mifare)
Os leitores de smartcard Mifare usam a tecnologia RFID (identificação por rádio-frequência), na freqüência de 13,56MHz. Os cartões utilizados possuem uma memória que permite a gravação de dados, por parte do sistema. Existem cartões com memória desde 64 bytes (Ultralight) até 8k bytes (DESFire). A memória é dividida em setores e estes, por sua vez, possuem chaves de acesso individuais, permitindo que aplicações distintas utilizem setores distintos, com chaves distintas. O primeiro setor possui um código pré-gravado, que corresponde ao número de identificação do cartão. Este código é enviado ao leitor, quando o cartão fica próximo ao leitor, que está, constantemente, emitindo um sinal de RF. O alcance desse sinal depende das dimensões físicas da antena interna do leitor de smartcard Mifare. Quando o cartão entra no raio de ação do sinal do leitor, este sinal é amplificado, permitindo alimentar, por indução magnética, a memória do cartão e, conseqüentemente, fazer a leitura do ID do cartão, permitindo, também, o acesso aos setores da memória...
O código ID lido pelo leitor pode ser transferido para um placa controladora de diversas formas, sempre serialmente, sendo as mais comuns a transferência através do Protocolo Wiegand, de 26 ou 32 bits.
O sistema de controle de acesso pode usar o código lido como chave para localização do usuário e conseqüente liberação ou, em um sistema híbrido, como indexador para uma verificação por senha (teclado) ou verificação biométrica (sensor de biometria).
Quando a comunicação entre o leitor e a placa controladora é serial TTL ou RS232, é possível, através do uso de um protocolo específico, o acesso aos setores, para gravação ou leitura de dados (dados pessoais, biometria, senha, etc). Nesse caso, a verificação biométrica pode ser feita entre o template capturado pelo sensor biométrico e o template lido do cartão.
Saiba como as tecnologias desenvolvidas pela ID DATA são aplicadas.

